Macedo, Eva

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Macedo

Primeiro Nome

Eva

Nome

Eva Macedo

Biografia

Concluiu o(a) Doutoramento em Ciências Jurídicas em 2020/11/24 pelo(a) Universidade do Minho. Título de Especialista (Direito) em 2016/04/01 pelo Instituto Politécnico do Porto. Mestrado em Gestão Autárquica em 2013/12/11 pelo(a) Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e Licenciatura em Direito em 1994/06/23 pelo(a) Universidade Católica Portuguesa Centro Regional do Porto. É Professora Adjunta Convidada no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e Professor Auxiliar na Universidade Portucalense Infante D. Henrique - Departamento de Direito. Foi Administradora e membro do Conselho de Gestão do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave. Publicou 5 artigos em revistas especializadas. Possui 3 capítulos de livros. Recebeu 1 prémio e/ou homenagens. Atua na(s) área(s) de Ciências Sociais com ênfase em Direito. No seu currículo Ciência Vitae os termos mais frequentes na contextualização da produção científica, tecnológica e artístico-cultural são: Igualdade de género; paridade; direitos políticos; sufrágio; autarquias locais.

Projetos de investigação

Unidades organizacionais

Organização
IJP - Instituto Jurídico Portucalense
O Instituto Jurídico Portucalense (IJP) é um centro de investigação em ciências jurídicas que tem como objetivo principal promover, apoiar e divulgar a investigação científica nessa área do saber produzida na Universidade Portucalense e nos Institutos Politécnicos de Leiria e de Lisboa, suas parceiras estratégicas.

Resultados da pesquisa

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  • PublicaçãoAcesso Restrito
    Igualdade de género na administração local portuguesa: Um tema (im)pertinente?
    2017-01-01 - Macedo, Eva
    Sem resumo disponível.
  • PublicaçãoAcesso Aberto
    Presidente da Câmara como Poder Para-Paritário: Decréscimo de representação
    2022-05-25 - Macedo, Eva; Macedo, Eva
    A igualdade de género tem-se afirmado como matéria de Direitos Humanos, tendo sido consagrada como o terceiro dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milénio e o quinto dos dezassete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas. À luz da Recomendação Rec(3) do Conselho da Europa, que alerta para a necessidade de efetivação da igualdade de género em todos os níveis do poder, procura-se, com recurso a evidência empírica, questionar a adequação da Lei da Paridade ao modelo do poder local em Portugal. Com isso, procura igualmente verificar-se o cumprimento pelo Estado da tarefa consitucional de promoção da igualdade real entre homens e mulheres no exercício de direitos políticos, imposta pelo disposto nos artigos 9.º, alínea h), e 109.º da Constituição da República Portuguesa.
  • PublicaçãoAcesso Aberto
    A participação das mulheres no poder local em Portugal: Velhos e novos desafios
    2019-05-22 - Fonseca, Isabel; Macedo, Eva
    Revelando-se como o terceiro dos oito Objetivos do Milénio da Organização das Nações Unidas, a igualdade de género ascende a assunto de Direitos Humanos. Contudo, a afetação das mulheres a certas funções (glass wall) e a dificuldade de acesso ao poder político (glass ceiling) correspondem ainda ao estado da arte no tema. Aliás, nas eleições autárquicas de 2013 e 2017 registou-se uma baixa representatividade das mulheres, sendo ela significativa ao exercício da função de Presidente da Câmara Municipal (adiante, PCM) o que indicia o efeito glass ceiling e contraria a tendência, na investigação comparada, de uma representatividade feminina tanto maior quando mais baixo o nível de governação. Analisou-se a distribuição de pelouros aos Vereadores, nos municípios de Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Funchal e Angra do Heroísmo, procurando indagar a efetiva presença do efeito glass wall. Da análise resultou um conjunto de quatro fatores como explicação para os dados encontrados, tendo sido equacionada a eficácia da Lei da Paridade como mecanismo promotor do acesso das mulheres ao poder local. [...]
  • PublicaçãoAcesso Restrito
    On the margins of parity: Gender complyance in the election of portuguese Mayors [comunicação oral]
    2024-12-08 - Macedo, Eva
    Gender equality is a human rights issue, enshrined as a Millennium Development Goal and a Sustainable Development Goal by the United Nations. The underrepresentation of women in political power is detrimental to democracies and undermines them. The Recommendation Rec(3) from the Council of Europe stresses the need for gender equality at all levels of power, highlighting that affirmation at the levels of central governments and parliaments is insufficient. Despite Portugal having a legal parity system, certain powers are constituted without being subject to this legal regime. As a result, they form as if no parity or quota system exists. Research by the European Institute for Gender Equality (EIGE) suggests that the absence of legislative quotas may prolong the achievement of gender-balanced powers (European Commission, 2024). Previous studies have shown that women are underrepresented in most local government bodies (Macedo, 2017, 2019, 2021). In 2021, only 9% of elected candidates were female, a decrease from the previous municipal elections in 2017. Although Portugal has had a legal parity mechanism since 2006, aimed at balancing political representation between sexes, significant areas of political power continue to function entirely outside this framework, which we term as para-parity powers. This paper questions whether, within this factual and legal context, the Portuguese State fully fulfills its fundamental obligation imposed by the combined provisions of Articles 9, paragraph h), and 109 of the Constitution of the Portuguese Republic to ensure real equality among Portuguese citizens in all areas, including the exercise of political rights. Notably, within the Portuguese political-constitutional framework, the position of Mayor stands out. We also examine whether the aforementioned para-parity condition is exacerbated by increasing prominence of the Mayor in local power structures.
  • PublicaçãoAcesso Restrito
    Governação local e Lei da Paridade: Notas a 3 mãos, em torno de uma violência (des) conhecida e (des) continuada
    2023-09-01 - Fonseca, Isabel; Barreiros, Bárbara; Macedo, Eva
    Durante séculos, entre nós e em outros panoramas de direito comparado, o direito de eleger e de ser eleito no feminino foi violentamente tratado1 , sendo certo que a privação do direito ao voto às mulheres vigorou na generalidade dos ordenamentos jurídicos até há bem pouco tempo2 , sendo Portugal o último país da União Europeia a consagrar o sufrágio universal3 . E o exercício de cargos público pelo feminino tem sido marcado por opções político-legislativas que normalmente desembocam em dois tipos de efeitos: a afetação das mulheres a funções de cuidados (efeito glass wall) e existência de obstáculos no acesso ao poder ou a cargos de topo (efeito glass ceiling). [...]
  • PublicaçãoAcesso Aberto
    Civil Service: Did bailout programs lead Ireland and Portugal towards hybrid models?
    2019-12-01 - Nunes, Pedro; Macedo, Eva
    This paper begins identifying a conceptual dichotomy in the civil service concept: a Continental broad model and then arrower Anglo-Saxon model. The article evolves providing a discussion onpublic service reform, following the footsteps of New Public Management that paved the way forthe emergence of hybrid models that display traits of a mix between the original models and external elements. Hereafter it turns toPortugal and Ireland, two bailed-out countries, both obliged by the reforms agreed with the Troika, questioning whether these reforms had an impact on the pre-existing Civil Service models, leading them to transform into hybrid models.
  • PublicaçãoAcesso Aberto
    A participação das mulheres no poder local: Velhos e novos desafios
    2019-10-01 - Macedo, Eva
    A consciência de que a plena realização da espécie humana não acontecerá enquanto não se afirmar plenamente a igualdade entre homens e mulheres começa a instalar‑se no discurso dos diversos ramos científicos que lidam com a questão da igualdade de género. De uma não-questão, a igualdade de género ascendeu a vetor essencial do desenvolvimento humano, devendo hoje ser encarada como uma questão de Direitos Humanos. Foi, por isso, elevada a terceiro dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milénio da Organização das Nações Unidas e está no centro das mais recentes preocupações de inúmeras entidades, nacionais e internacionais. [...]
  • PublicaçãoAcesso Aberto
    On the Margins of Parity: Gender Compliance in the Election of Portuguese Mayors
    2024-12-08 - Macedo, Eva
    Gender equality is a human rights issue, enshrined as a Millennium Development Goal and a Sustainable Development Goal by the United Nations. The underrepresentation of women in political power is detrimental to democracies and undermines them. The Recommendation Rec(3) from the Council of Europe stresses the need for gender equality at all levels of power, highlighting that affirmation at the levels of central governments and parliaments is insufficient. Despite Portugal having a legal parity system, certain powers are constituted without being subject to this legal regime. As a result, they form as if no parity or quota system exists. Research by the European Institute for Gender Equality (EIGE) suggests that the absence of legislative quotas may prolong the achievement of gender balanced powers (European Commission, 2024). Previous studies have shown that women are underrepresented in most local government bodies (Macedo, 2017, 2019, 2021). In 2021, only 9% of elected candidates were female, a decrease from the previous municipal elections in 2017. Although Portugal has had a legal parity mechanism since 2006, aimed at balancing political representation between sexes, significant areas of political power continue to function entirely outside this framework, which we term as para-parity powers. This paper questions whether, within this factual and legal context, the Portuguese State fully fulfills its fundamental obligation imposed by the combined provisions of Articles 9, paragraph h), and 109 of the Constitution of the Portuguese Republic to ensure real equality among Portuguese citizens in all areas, including the exercise of political rights. Notably, within the Portuguese political-constitutional framework, the position of Mayor stands out. We also examine whether the aforementioned para-parity condition is exacerbated by increasing prominence of the Mayor in local power structures.
  • PublicaçãoAcesso Aberto
    A participação das mulheres no Poder Local: Notas sobre uma (im)paridade (des)conhecida
    2019-03-01 - Fonseca, Isabel Celeste; Macedo, Eva
    A igualdade de género evoluiu de uma não-questão a matéria de Direitos Humanos. Persiste todavia a afetação das mulheres a funções de cuidados, educação e administrativas (efeito glass Wall) e a dificuldade no acesso a funções de poder (efeito glass ceiling) sendo o domínio do poder aquele onde mais fortemente se encontra um desequilíbrio entre os sexos. A análise dos resultados das eleições autárquicas de 2013 e 2017 indicia a presença do efeito glass ceiling, sobretudo na posição de Presidente da Câmara (PCM) e contraria a tendência, na investigação comparada, de representatividade feminina tanto maior quando mais baixo o nível de governação. A distribuição de pelouros pelos Vereadores, nos municípios de Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Funchal e Angra do Heroísmo indicia a presença do efeito glass wall. Da investigação realizada, resultou um conjunto de quatro fatores (um histórico, um social, um político e um legal) como explicação para a baixa representatividade constatada no poder local. Questiona-se, finalmente, a eficácia da Lei da Paridade como mecanismo de promoção do acesso das mulheres ao poder no modelo de governo local vigente em Portugal.