Marketing digital e as novas técnicas de comunicação a distância
Data
2017
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Autores
Orientador
Coorientador
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Editora
Editorial Egregius
Idioma
Português
Título Alternativo
Resumo
Palavras-chave
Marketing direto digital, Internet, Comércio eletrónico, Novas técnicas de comunicação a distância, Contratação electrónica, Proteção do consumidor
Tipo de Documento
conferenceObject
Versão da Editora
Dataset
Citação
Rebelo, F. (2017). Marketing digital e as novas técnicas de comunicação a distância. In R. Mancinas-Chávez (ed.), Libro Resúmenes del II Congreso Internacional Comunicación y Pensamiento Internet y Redes Sociales: Nuevas libertades, nuevas esclavitudes, Sevilla, España, 5-7 abril 2017 (pp. 14-15). Sevilla: Egregius Ediciones. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2428
Identificadores
TID
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Tipo de Acesso
Acesso Aberto
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Descrição
A presente comunicação é dedicada ao tema do marketing digital e das novas técnicas de comunicação a distância, enquanto instrumentos ao serviço dos agentes económicos e das organizações sociais, com enfoque nas ameaças e nas oportunidades que os novos formatos comerciais apresentam. Tem como objetivogeral estabelecer a relação entre o recurso ao marketing digital e a utilização das novas técnicas de comunicação a distância e o seu impacto nos destinatários (consumidores) e na comercialização de bens e serviços. Os objetivos específicos são conhecer o alcance da utilização da Internet e do comércio eletrónico na população e na economia portuguesas, no período compreendido entre 2009-2017; e determinar quais os efeitos da utilização do marketing digital nos destinatários.A amostra é obtida em Portugal, no período entre 2009 e 2017, e tem como base o estudo intitulado “Economia Digital em Portugal 2009-2017”, da Associação do Comércio Eletrónico e Publicidade Interativa (ACEPI), que fornece dados sobre o volume de compras online registadas e o seu impacto no PIB, bem como o número de utilizadores da Internet, incluindo previsões para os próximos anos, ea natureza das atividades desenvolvidas em linha,como e-mails, redes sociais, leitura de jornais, jogos online e outros. Como é sabido, estes indicadores, são utilizados para a identificação e caracterizção do perfil dos destinatários diretos do marketing digital. Conclui-se que o estudo revela um crescimento exponencial do número de portugueses que utilizam a Internet para o “shopping online”, ainda que muito abaixo da média da União Europeia; e que os serviços em linha desenvolvem-se num contexto virtual interativo que facilita a comunicação em temporeal entre os prestadores desses serviços e os seus destinatários. Por um lado, os aparelhos de chamada automática, de telecópia ou de correio eletrónico, incluindo os SMS e os MMS, constituem veículos muito atrativos de transmissão de mensagens publicitárias e poderosos instrumentos de marketing direto, permitindo aos anunciantes chegar a um número elevado de destinatários a um custo muito reduzido. Por outro lado, porém, o envio de mensagens de marketing direto digital poderá constituir uma intromissão na esfera privada dos destinatários se estes não autorizaram a comunicação publicitária (opt-in) ou se o emissor não respeitar a oposição dos destinatários ao envio de mensagens para os seus terminais (opt-out). Apesar da existência de regulamentação comunitária e nacional que visam proteger o consumidor, subsistem situações em que a defesa deste poderá não estar devidamente assegurada. Por tal facto, em complemento defende-se que as empresas de marketing digital adotem instrumentos de autorregulação, como os códigos de conduta (como é exemplar o Código de Conduta da Associação Portuguesa de Marketing Direto), contribuindo para a promoção da comunicação institucional através de meios eletrónicos ou digitais e, ao mesmo tempo, garantindo um elevado nível de proteção do consumidor.