A formação judiciária na União Europeia e os solicitadores
Data
2019
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Orientador
Coorientador
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Editora
Unochapecó
Idioma
Português
Título Alternativo
Resumo
A criação de uma cultura judiciária europeia comum a todos os Estados-
Membros pressupõe que todos os profissionais de justiça, como é o caso dos
solicitadores, possam participar de uma formação adequada de direito da União
Europeia.
As universidades, como instituições académicas, têm reconhecidamente
um papel ativo neste objetivo, mas será suficiente?
Pois que, para a criação de um espaço comum de liberdade, segurança e
justiça é necessário desenvolver a formação judiciária de uma forma contínua, isto
é, após a frequência nas universidades, durante o exercício das profissões forenses.
A questão que preside este trabalho centra-se numa “preocupação” sobre a
necessidade de formação a nível de direito da União, apesar de existir um discurso
europeu de incentivo e inclusão. Contudo, na verdade, a perceção nacional, não é
exatamente a mesma.
Ora, a aplicação incorreta de normas de direito da União Europeia coloca
em causa a aplicação uniforme desse direito e, em consequência, os direitos dos
cidadãos europeus.
No que nos ocupa hoje, ao solicitador, como profissional forense, para além
das suas normas nacionais, é “exigido”, pela própria estrutura descentralizada daUnião Europeia um bom conhecimento de legislação, doutrina e jurisprudência
comunitárias.
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Tipo de Documento
Artigo
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Citação
Alves, D. R., & Bento, M. C. (2019). A formação judiciária na União Europeia e os solicitadores. RDUNO - Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito da Unochapecó, 2, 40-63. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/3103
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Designação
Tipo de Acesso
Acesso Aberto