Auto-avaliação para a aprendizagem: a percepção dos alunos do 1.º ciclo

dc.contributor.authorDias, Maria de Fátima Neves Vasconcelospt_PT
dc.date.accessioned2013-08-14T17:59:28Z
dc.date.available2013-08-14T17:59:28Z
dc.date.issued2008pt_PT
dc.description.abstractA auto-avaliação é considerada por muitos autores, como um processo fulcral de regulação das aprendizagens. É nesta perspectiva que o nosso estudo se enquadra, tendo como objectivos identificar a participação dos alunos no processo de avaliação, o seu envolvimento na definição de critérios de avaliação e reconhecer se a auto-avaliação que se faz está ao serviço da aprendizagem. Iniciámos o nosso trabalho de investigação abordando a Estrutura do Sistema Educativo Português para enquadrar o 1º Ciclo do Ensino Básico, compreender o seu funcionamento e saber quais as competências pretendidas para este grau de ensino. Realizámos uma breve perspectiva histórica da avaliação e abordámos normativos legais existentes em Portugal, enquadrando também, conceptual, teórica e legalmente as várias funções e modalidades de avaliação. Destacámos a abordagem conceptual da auto-avaliação, enquanto processo cognitivo de auto-regulação da aprendizagem, pelo interesse inerente ao nosso estudo, abordando também o conceito de motivação. Optámos pelo modo de investigação estudo de caso, recorrendo a uma estratégia multimétodo. Como método central, utilizámos um questionário e como secundário, a observação participante e a análise documental. Os resultados obtidos permitiram sustentar empiricamente a importância da auto-avaliação na participação do processo de avaliação. Constatámos um grau elevado de satisfação dos alunos com a escola que frequentam e um elevado número de alunos que participam no processo de avaliação. Identificámos os diversos instrumentos utilizados para realizarem auto-avaliação. Verificámos também que os alunos consideram realizar auto-avaliação em diferentes momentos permitindo-lhes identificar as aprendizagens realizadas, perceber o que precisam melhorar e fazer a abordagem positiva do erro. Comprovámos ainda, que os alunos não atribuem importância à auto-avaliação para a certificação ou classificação das suas aprendizagens. Constatámos que os alunos do 4º ano se sentem mais participativos no processo de avaliação do que os alunos do 3ºano. Verificámos que os alunos que colaboram na definição de critérios de avaliação consideram-se mais participativos no processo de avaliação e que os alunos que se sentem mais satisfeitos com a escola são aqueles que consideram participar no processo de avaliação.pt_PT
dc.description.sponsorshipOrientação: Prof. Doutor António Luís Carvalho.pt_PT
dc.identifier.citationDias, M. F. N. V. (2008). Auto-avaliação para a aprendizagem: a percepção dos alunos do 1.º ciclo [Dissertação de Mestrado em Administração e Planificação da Educação]. Universidade Portucalense. Repositório Institucional UPT. http://hdl.handle.net/11328/16pt_PT
dc.identifier.otherTME 291pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11328/16
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopen access
dc.subjectEducaçãopt_PT
dc.subjectAuto-avaliaçãopt_PT
dc.subjectAvaliaçãopt_PT
dc.subjectAprendizagempt_PT
dc.subjectTME
dc.titleAuto-avaliação para a aprendizagem: a percepção dos alunos do 1.º ciclopt_PT
dc.typemaster thesispt_PT
dspace.entity.typePublicationen
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