Intervenção precoce: Práticas e representações
Date
2018
Embargo
Advisor
Coadvisor
Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Language
Portuguese
Alternative Title
Abstract
Com o objetivo de se conhecer as práticas dos profissionais de Intervenção Precoce
(I.P.) e analisar em que medida essas práticas coincidem com as representações
das famílias, realizou-se o presente estudo que contou com a participação de uma
profissional de I.P. e a mãe de uma criança que beneficia dos serviços prestados por
essa mesma profissional. Trata-se de um estudo qualitativo de cariz compreensivo
e interpretativo. Foi utilizado como instrumento de colheita de dados a entrevista
semiestruturada. Os principais resultados mostram que as práticas dos profissionais
de intervenção precoce não se distanciam das representações das famílias sobre essas
mesmas práticas, podendo dizer-se, a partir do discurso das práticas e representações,
que estamos perante uma profissional de I.P. experiente, com formação adequada,
que adota na sua prática o saber-saber, saber-fazer e saber-ser, que centra a sua ação
na família. Os resultados são congruentes com uma prática profissional próxima do
estipulado pelos normativos portugueses para a Intervenção Precoce. A comunicação
entre o profissional e a família é preferencialmente informal e nos discursos do sujeitos
não é notória a existência de momentos específicos para tarefas de monitorização
e avaliação conjunta do Plano Individual de Intervenção Precoce.
Keywords
Intervenção precoce, Práticas, Representações
Document Type
Journal article
Publisher Version
Dataset
Citation
Martins, R., Carvalho, O., & Pascoinho, J. C. (2018). Intervenção precoce: Práticas e representações. Revista Educação Especial, 31(62), 495-512. doi: 10.5902/1984686X. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2867
Identifiers
TID
Designation
Access Type
Open Access