A Esperança em Tempos de Estado de Emergência
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Data
2020-04-24
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Editora
Centro de Investigação em Educação, Universidade do Minho
Idioma
Português
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Resumo
À data desta reflexão, a nível mundial registam-se mais de 180 mil mortos pela COVID-19, numa pandemia transversal a 209 países e territórios. De um momento para o outro, sociedades cosmopolitas, produtivas, performativas e individualizadas entram em shutdown. De um momento para o outro, encerram-se escolas e universidades, são impostos deveres especiais de proteção e de recolhimento, são suspensas atividades no âmbito do comércio a retalho, da prestação de serviços, proibida a realização de celebrações de cariz religioso, suspenso o exercício dos direitos de circulação, reunião e manifestação, etc. De um momento para o outro, o indivíduo é menos cidadão e mais agente de saúde pública. A Sociedade Disciplinar (Foucault, 1997) torna-se manifesta em nome da preservação da vida humana. E se a transitoriedade se normalizar? E se a suspensão de direitos se reconfigurar em definitiva em nome da saúde pública? E se estivermos a assistir ao
início de uma sociedade profilática em permanência? Estas questões são inverosímeis à luz de uma noção orientadora da vida em sociedade, a esperança.
Palavras-chave
Sociologia, COVID-19
Tipo de Documento
Texto de periódico
Versão da Editora
Dataset
Citação
Borges, G. (2020). A Esperança em Tempos de Estado de Emergência. Boletim CIEd, (2), 1. Repositório Institucional UPT. http://hdl.handle.net/11328/4343
Identificadores
TID
Designação
Tipo de Acesso
Acesso Aberto