A confiança organizacional na gestão de pessoas e no compromisso: Um modelo moderador e um mediador.
dc.contributor.author | Ferreira, Ana Teresa | |
dc.contributor.author | Keating, José | |
dc.contributor.author | Silva, Isabel | |
dc.date.accessioned | 2014-08-08T11:42:30Z | |
dc.date.available | 2014-08-08T11:42:30Z | |
dc.date.issued | 2014 | |
dc.description.abstract | A investigação em organizações reveste-se nos dias que correm de uma particular dificuldade. Em várias organizações assistimos a processos de reestruturação, o clima organizacional está refém de um contexto macro-económico adverso, cenários de desemprego e despedimento no horizonte bem como mudanças legislativas, laborais e salariais. A investigação em organizações tem sido feita maioritariamente junto dos gestores de recursos humanos, que atuam como atores privilegiados fazendo a ponte entre a organização e a comunidade de investigação. Este conhecimento da realidade organizacional através da lente de um actor previligiado é essencial. Contudo, a investigação junto dos colaboradores, focando as suas perceções, diretamente avaliadas sobre os sistemas de gestão de recursos humanos são fatores críticos na compreensão da realidade organizacional atual (Boselie, Dietz & Boon, 2005). O objetivo desta investigação foi compreender a relação entre a perceção do sistema de gestão de recursos humanos (SGRH), segundo o modelo definido por Bowen e Ostroff (2004) modificado por Ferreira (2014) e o impacto desta no compromisso organizacional afetivo, considerando o papel da confiança organizacional. Nesse âmbito, foram testados dois modelos contrastantes, um modelo moderador versus modelo mediador em 21 organizações portuguesas utilizando um questionário de auto-relato. Foram recolhidas 1,366 respostas. Os resultados indicam que o construto perceção do SGRH e todas as suas subdimensões estão associadas à confiança organizacional. Duas destas subdimensões estão diretamente relacionadas com o compromisso organizacional afetivo. Todas são mediadas (total ou parcialmente) pela confiança organizacional na chefia. Embora o modelo moderador apresente uma interação significativa, o modelo mediador aparenta trazer mais informação à compreensão do processo e do papel da confiança no mesmo. Os resultados contribuem para a robustez do construto perceção do SGRH e para a compreensão do seu impacto na confiança e no compromisso. | pt |
dc.identifier.citation | Ferreira, A.T., Keating, J., & Silva, I. (2014). A confiança organizacional na gestão de pessoas e no compromisso: Um modelo moderador e um mediador. In A. Pereira [et al.] (Ed.), II Congresso Internacional de Psicologia do Trabalho e das Organizações: Pessoas e Trabalho: Investigação, Diagnóstico e Intervenção nas Organizações (pp 137-139). Braga: Universidade Católica Portuguesa. URI: http://hdl.handle.net/11328/880. | pt |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11328/880 | |
dc.language.iso | por | pt |
dc.rights | embargoed access | pt |
dc.subject | Perceção sistema de GRH | pt |
dc.subject | Confiança organizacional | pt |
dc.subject | Compromisso organizacional | pt |
dc.subject | Relação com chefia | pt |
dc.subject | Moderador | pt |
dc.subject | Mediador | pt |
dc.title | A confiança organizacional na gestão de pessoas e no compromisso: Um modelo moderador e um mediador. | pt |
dc.type | conferenceObject | pt |
dspace.entity.type | Publication | en |
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