A Convenção de Istambul: A violência de género ou género de violência?

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2016

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Universidade Católica
Idioma
Português

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Resumo

É indubitável, e do senso comum, a necessidade de uma ininterrupta e contínua intervenção, nas mais distintas dimensões sociais e individuais, para a prevenção e combate à Violência contra as Mulheres e Violência Doméstica (Art.º 3º). Como objetivo da Convenção do Conselho da Europa de Istambul adotada em 11 de maio de 2011, aprovada e transposta para a legislação portuguesa pela Assembleia da República (Resolução nº 4/2013 de 14 de dezembro de 2012), Portugal vive uma complexa e dramática realidade que ultrapassa as gravosas situações mais noticiadas, ou seja aquelas que são mais frequentemente mediáticas e divulgadas pelos meios de comunicação social. Estas promovem a “construção de uma Opinião Pública nem sempre bem orientada para a causa da Violência e da Igualdade na sua génese, mas fundamenta-se sobretudo na violência, não trabalhando os mais graves problemas que estão ocultados na vida comum das Famílias, e das Mulheres em particular (vida pessoal e profissional). Importa salientar que houve uma efetiva evolução na assunção e implementação dos Direitos de Género, assim como nas questões que se referem à Igualdade, mas na União Europeia, e especialmente em Portugal, os Direitos das Mulheres são ostracizados e violados em permanência, com consequências demasiado gravosas para estas, assim como para a sociedade global de hoje e para as gerações vindouras. (...)

Palavras-chave

Convenção de Istambul, Violência de género, Direitos Humanos

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Campina, A., & Tomás, S. (2016). A Convenção de Istambul: A violência de género ou género de violência? In Combate à violência de género: Da Convenção de Istambul à nova legislação penal (pp. 314-319). Porto: Universidade Católica. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/1812

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