Crescimento e actividade fetal às 20-24 semanas de gestação: estudo preliminar

dc.contributor.authorFigueiredo, Bárbarapt_PT
dc.contributor.authorTendais, Ivapt_PT
dc.contributor.authorPereira, Ana F.pt_PT
dc.contributor.authorAfonso, Elisapt_PT
dc.contributor.authorNogueira, Raúlpt_PT
dc.contributor.authorConde, Ana
dc.date.accessioned2013-08-14T18:09:43Z
dc.date.available2013-08-14T18:09:43Z
dc.date.issued2008-01-01pt_PT
dc.description.abstractIntrodução: Evidências empíricas recentes mostram que o desenvolvimento psicológico se inicia muito antes da nascença e que condições pré-natais podem explicar uma parte significativa da futura variabilidade comportamental e desenvolvimental da criança. Objectivos: O objectivo deste estudo foi caracterizar o desenvolvimento fetal entre as 20 e as 24 semanas de gestação, no que se refere a indicadores de crescimento fetal – distância biparietal, perímetro abdominal, perímetro cefálico, comprimento do fémur e peso fetal estimado – e os indicadores de actividade fetal – batimentos cardíacos e movimentais fetais. Visou, ainda, estabelecer possíveis diferenças em cada uma destas medidas, tendo em conta variáveis sócio-demográficas da mãe e do bebé, bem como condições obstétricas e consumo de substâncias na actual gravidez. Método: A amostra deste estudo englobou 48 fetos (52.1% do sexo feminino e 47.9% do sexo masculino), com uma idade gestacional estimada (GA) compreendida entre as 20-24 semanas (média = 21 semanas e 1 dia), cujas mães eram utentes da Consulta Externa de Ginecologia/Obstetrícia da Maternidade de Júlio Dinis (Porto). Foi efectuado um registo em vídeo do comportamento fetal e recolhidas as medidas biométricas correspondentes à ecografia morfológica. Resultados: A análise estatística dos dados mostrou, após controlada a idade gestacional, diferenças nas medidas de crescimento fetal tendo em conta a ocupação [F(1,41) = 7.28; p = .000], o estado civil [F(1,41) = 2.61; p = .04], o agregado familiar [F(1,41) = 2.91; p = .03] e o consumo de café [F(1,40) = 2.55; p = .05] por parte da mãe. Diferenças nas medidas da actividade fetal (batimentos cardíacos) foram também observadas para a variável sexo do bebé [F(1,16) = 5.84; p = .009]. Conclusão: Conclui-se quanto à sensibilidade do desenvolvimento fetal a factores relacionados com as características sóciodemográficas maternas e fetais e o consumo de substâncias por parte da mãe durante a gestação.
dc.identifier.citationConde, A., Figueiredo, B., Tendais, I., Pereira, A. F., Afonso, E., & Nogueira, R. (2008). Crescimento e actividade fetal às 20-24 semanas de gestação: estudo preliminar. Acta Médica Portuguesa, 21(1), 55-64. Repositório Institucional UPT. http://hdl.handle.net/11328/274pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11328/274
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherOrdem dos Médicospt_PT
dc.relationFCT POCTI/SAUESP, 56397/2004
dc.relationSFRH/BD/13768/2003
dc.rightsopen access
dc.subjectGestaçãopt_PT
dc.subjectGravidezpt_PT
dc.titleCrescimento e actividade fetal às 20-24 semanas de gestação: estudo preliminarpt_PT
dc.typejournal articlept_PT
degois.publication.titleActa Médica Portuguesa
dspace.entity.typePublicationen
person.affiliation.nameI2P - Instituto Portucalense de Psicologia
person.familyNameConde
person.givenNameAna
person.identifier.ciencia-id1619-AA8A-C8CA
person.identifier.orcid0000-0003-3036-2670
person.identifier.ridAIA-1756-2022
person.identifier.scopus-author-id24070037400
relation.isAuthorOfPublication93d1d8bf-f5a2-48b7-af72-9a2fadac85c7
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