Pressupostos indispensáveis ao diálogo freudismo com o Direito de Família

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Menezes, J., Vagas, H., Costa-Lobo, C., Campina, A., Figueiredo, L., (2018). Pressupostos indispensáveis ao diálogo freudismo com o Direito de Família. In H. L. Vargas, K. A. Abreu, R. P. Filho, & V. R. S. Cavalcanti (orgs.), Famílias e direitos no contexto sociojurídico da atualidade (pp. 18-31). Salvador: CEALA. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2757

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É crescente no estado da arteda psicanálise e do direito a constatação do quanto intenso é o afeto que experimentamos quando desenvolvemos vínculos de pertencimento no âmbito de uma família. Particularmente intensos são esses afetos quando vividos nos rearranjos familiares possíveisno presente, caracterizados por configurações múltiplas desenhadas a partir dos impactos sociais dos tempos que correm. O que efetiva e afetivamente garante a coesão familiar nos novos arranjos ocorridos sem a presidência do lastro biológico? Ao perseguir essa questão, a lupa recai sobre um detalhe da constituição da subjetividade: são sobremaneira intensos os afetos quando envolvidos em uma situação adotiva, aqui compreendida no sentido mais largo. É que a família aqui não é tomada como um fato natural. Positivamente falando, é um fato social. Quer dizer, não vive o seu movimento gregário obedecendo às leis naturais. Antes, ordena-se a partir de demandas construídas no ambiente de uma intimidade que transgride a ordem da necessidade.