Violência(s) de género em Portugal e a Convenção de Istambul: (i)realidades
dc.contributor.author | Campina, Ana | |
dc.date.accessioned | 2017-06-07T11:25:36Z | |
dc.date.available | 2017-06-07T11:25:36Z | |
dc.date.issued | 2016 | |
dc.description.abstract | A violência e as violências de Género em Portugal caraterizam-se pela simplicidade de diagnóstico mas igualmente pela complexidade de interpretação na sua conjuntura e efetivação. Em pleno Séc. XXI os avanços dos direitos de Género são inquestionáveis em Portugal, em particular após a transição para a Democracia, mas muitos e gravosos são os problemas que caraterizam a vida d@s portugueses, em particular as Mulheres. No que se refere a estes problemas de tod@s, uns estão identificados, ainda que longe de serem solucionados, tais como: Violência Doméstica; Discriminação e Violência entre Homens e Mulheres; Violência Sexual, entre outros. Porém, certo é que há problemas que os afetam mas que não são considerados e frequentemente ignorados: Mutilação Genital Feminina, Tráfico de Seres Humanos, Perseguição e Violência Psicológica (“oculta”), Assédio Sexual (“disfarçado”), Migrações e Asilo, Discriminação Religiosa e Homofobia. E ainda que atualmente a legislação nacional, e da União Europeia, não seja propriamente insuficiente, urge desenvolver uma panóplia de estratégias e intervenção efetiva que seja protetora e promotora da Igualdade e dos Direitos de Género. Isto é, entende-se a necessidade específica de uma ininterrupta e contínua intervenção, nas mais distintas dimensões sociais e individuais, para a prevenção e combate à Violência contra as Mulheres importa evidenciar a Convenção do Conselho da Europa de Istambul adotada em 11 de maio de 2011 aprovada e transposta para a legislação portuguesa pela Assembleia da República (Resolução nº 4/2013 de 14 de dezembro de 2012). Esta Convenção revela-se um instrumento muito importante, sobretudo no reconhecimento das violações dos Direitos Humanos como preocupação profunda e definição de estratégias de intervenção, reconhecimento, proteção e promoção da Igualdade e proteção das Mulheres. Em suma, a(s) reais Violência(s) de Género em Portugal, a intervenção legal, política, social, individual e a verdadeira Educação para a Igualdade têm na Convenção o apoio. | pt_PT |
dc.identifier.citation | Campina, A. (2016). Violência(s) de género em Portugal e a Convenção de Istambul: (i)realidades. Revista Jurídica Portucalense, 20, 252-253. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/1862 | pt_PT |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/11328/1862 | |
dc.language.iso | por | pt_PT |
dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
dc.publisher | Universidade Portucalense Infante D. Henrique | pt_PT |
dc.relation.publisherversion | http://revistas.rcaap.pt/juridica/issue/view/648 | pt_PT |
dc.rights | open access | |
dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | pt_PT |
dc.subject | Violência | pt_PT |
dc.subject | Género | pt_PT |
dc.subject | Portugal | pt_PT |
dc.subject | Convenção Istambul | pt_PT |
dc.subject | Irrealidades | pt_PT |
dc.title | Violência(s) de género em Portugal e a Convenção de Istambul: (i)realidades | pt_PT |
dc.type | journal article | pt_PT |
degois.publication.firstPage | 252 | pt_PT |
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degois.publication.title | Revista Jurídica Portucalense | pt_PT |
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dspace.entity.type | Publication | en |
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