Centro Histórico do Porto Património Mundial da UNESCO: A importância da manutenção identitária e o seu controlo pela Administração Pública
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2019
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Portuguese
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Centro histórico, Infração, Património, Turismo, Urbanismo
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Rodrigues, C., & Campina, A. (2019). Centro Histórico do Porto Património Mundial da UNESCO: A importância da manutenção identitária e o seu controlo pela Administração Pública. In P. A. B. César, & C. Henriques (orgs.), Anais da III Conferência Internacional Turismo & História TURHIST, Universidade do Algarve, Portugal e Caxias do Sul, Brasil, 28-29 mar.2019 (p. 115). Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2822
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A identidade e diferenciação de um povo traduz-se na forma peculiar com que cada comunidade vive e transmite geracionalmente essa identidade intrínseca que a define e destaca das demais. As miríades de realidades que a nível mundial diferenciam cada canto do mundo dos restantes e torna enriquecedora a vivência identitária de cada comunidade em relação às demais, tem sido acarinhada e promovida pela UNESCO com a atribuição do título de património mundial a pedaços da cultura viva representativa da vivência secular de nichos de núcleos humanos e das suas tradições, o que permite que as gerações vindouros conheçam as suas origens diferenciadoras das demais. O centro Histórico do Porto foi incluído pela UNESCO, em 1996, na lista indicativa do Património Mundial, facto que por si só é demonstrativo da peculiaridade de um pedaço de uma cidade diferenciadora da restante urbe ao qual pertence e que é digna de nota a nível mundial pela sua traça originária e secular de uma vivência urbanística distinta do resto do país e do mundo. A importância desta identidade é de tal sorte intrínseca à população portuense que, apesar do grande fluxo turístico, tem sido capaz de manter essa traça urbanística, e em estrita colaboração com as entidades públicas controladoras dessa traça, tem sabido fazer uma recuperação urbanística sem a ferir. Este nosso estudo versa exatamente sobre a demonstração da evolução do turismo e da recuperação urbanística e a colaboração entre as entidades públicas de controlo de modo que a urbe, considerada património mundial da UNESCO, não saia minimamente beliscada, facto que, entre outros aspetos, é visível pela quase ausência de infrações urbanísticas apesar da constante e ampla recuperação do edificado.