Miguel, Isabel
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Miguel
First Name
Isabel
Name
Isabel Miguel
Biography
Isabel Miguel holds a Ph.D. in Social Psychology, from the University of Coimbra, Portugal. Graduate degree in Psychology, by the same University. She is currently Assistant Professor at the Department of Psychology and Education at Portucalense University (UPT), where she teaches in the fields of social psychology and developmental psychology. She is the Erasmus Coordinator for the Department of Psychology and Education, at UPT. She is an integrated member of Portucalense Psychology Institute (I2P) of Portucalense University. At present, her main research interests include social representations, social psychology of development, social contexts of aging, age attitudes and discrimination, and behavior change. She has (co-) authored publication in scientific journals, conferences proceedings and book chapter in these fields. She is a founding member of the Social Psychology Center (NPO) of the Portuguese Association of Psychology (APP).
Afiliação:
I2P - Instituto Portucalense de Psicologia.
DPE - Departamento de Psicologia e Educação.
Research Projects
Organizational Units
CINTESIS.UPT - Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde
Centro de Investigação em Tecnologias e Serviços de Saúde (CINTESIS.UPT), former I2P, is an R&D unit devoted to the study of cognition and behaviour in context. With an interdisciplinary focus, namely on Education, Translational and Applied Psychology
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Publication Open Access Envelhecimento ativo multinível: Uma Perspetiva pela Qualidade de Vida.2014 - Amaro da Luz, Helena; Miguel, IsabelA abordagem do envelhecimento ativo constitui, atualmente, a orientação privilegiada para compreender os percursos associados ao desenvolvimento dos indivíduos e para responder às recentes alterações da estrutura demográfica das sociedades desenvolvidas. Diferentes são os quadros de análise deste fenómeno, sendo de destacar a proposta da Organização Mundial de Saúde (2002), que enfatiza um conjunto de determinantes multicausais do envelhecimento. A este nível, é unanimemente reconhecido que o alcance de uma qualidade de vida e bem-estar nas idades mais avançadas constitui uma finalidade que não pode ser descurada, implicando a consideração da dimensão de saúde física, mas igualmente os domínios cognitivo, socioemocional, participação social e envolvimento com a vida. Deste modo, a dinâmica do envelhecimento ativo não pode ser perspetivada apenas como um estado último a alcançar, mas tem que ser prosseguida por referência às dimensões em que se incluem as diferentes vivências dos indivíduos, nomeadamente aos níveis macro, meso e micro. A presente proposta visa, neste âmbito, acrescentar à discussão do envelhecimento ativo como conceito multidimensional, a perspetiva de entendimento deste fenómeno assente numa lógica multinível, a qual, assim considerada, facilita o alcance de uma vivência com qualidade.Publication Open Access Mais idade, menos participação? Lógicas de resgate da cidadania na população idosa.2016 - Miguel, IsabelMais do que qualquer outra época na história da Humanidade, o século XX caracterizou-se por profundas e radicais transformações na estrutura etária das populações, destacando-se o aumento da esperança média de vida e o crescimento proporcional dos indivíduos com idade superior a 65 anos como os factos mais significativos nesta acentuada reconfiguração demográfica. Trata-se de um fenómeno simultaneamente global e local, com expressivas e incontornáveis implicações a curto e a médio prazo, sobretudo à medida que a diminuição das taxas de natalidade que ultimamente se têm observado na maioria dos países, sobretudo os desenvolvidos, sinaliza um incremento ainda maior no processo global de envelhecimento da população. O cenário que se desenha é, pois, de profundas transformações sociais. Perante esta nova realidade, formula-se não só uma importante exigência de estudos para o aprofundamento do conhecimento do fenómeno, como, acima de tudo, se reclamam modelos inovadores e sintonizados com a contemporaneidade, que garantam vida com qualidade para este crescente contingente populacional. A procura de respostas para os novos problemas e perplexidades decorrentes das modificações na configuração das pirâmides etárias e suas consequentes implicações impõe, deste modo, a necessidade de (re)pensar os novos papéis dos idosos nas sociedades atuais, vis-à-vis com a (re)definição de políticas públicas dirigidas ao envelhecimento. Nesta perspetiva, urge um movimento de (re)valorização social do idoso que, em larga medida, abandone as conceções tradicionais que associam a velhice à incapacidade e declínio (cf. Miguel, in press), desconstruindo os mitos negativos da velhice e quebrando os preceitos de discriminação dos idosos. Torna-se, portanto, essencial uma reflexão intencional e autêntica que possa potenciar o empowerment dos idosos, reforçando o seu valor instrumental na consolidação do imperativo ético de participação social e a (re)construção dos sujeitos-cidadãos. Considerando as diferentes formas de organização social, cultural, económica e política surgidos da evolução demográfica, a redefinição de uma nova imagem do envelhecimento implica, assim, que sejam consideradas dimensões mais latas em termos sociais, institucionais e políticos, assentes numa mudança de paradigma que permita a promoção de uma cidadania de inclusão social (Amaro da Luz & Miguel, 2013). É, pois, a este nível que, no quadro das políticas sociais, importa (re)equacionar as lógicas de exercício da cidadania para a população idosa, reforçando a sua lógica inclusiva e de participação (Fenge, 2001; Lie, Baines, & Wheelock, 2009; Valokivi, 2005; Veras & Peixoto, 2004). O presente trabalho visa, assim, contribuir para (re)equacionar o papel das políticas sociais no resgate de cidadania da população idosa, num referencial de cidadania inclusiva e valorização social.Publication Restricted Access Public views on plastic pollution: Knowledge, perceived impacts, and pro-environmental behaviours2021-01-28 - Soares, Joana; Venâncio, Cátia; Lopes, Isabel; Oliveira, Miguel; Miguel, IsabelNowadays, plastic pollution is considered an issue of global concern. This environmental problem results from human industrial and domestic activities, associated with poor management, from manufacturing processes to productsʼ end life. In this perspective, human consumption and management of daily used plastic materials can play a determinant role to control this environmental issue. Thus, understanding public perceptions about plastic pollution may be a valuable resource to engage society in solutions to reduce its environmental release. In this study, perceptions about plastic pollution, its impacts as well as sociodemographic and psychological factors predicting individuals’ pro-environmental behaviours were analysed, in the Portuguese context. Overall, results showed that there is a general knowledge that plastics degrade in the environment. The participants of the study perceived the bio-ecological impacts of plastics as a greater threat than the socioeconomic impacts. A hierarchical regression analyses revealed that sociodemographic variables and those related to knowledge and perceived impacts about plastic pollution can predict participants’ pro-environmental behaviours. Awareness about the impacts of plastic pollution (socioeconomic, health impacts and bio-ecological impacts) were highly associated to pro-environmental behaviour. This study data can help to understand how to enhance pro-environmental behaviours and contribute to decrease the presence of micro(nano)plastics in the environment.Publication Open Access Perspectives on Micro(Nano)Plastics in the marine environment: biological and societal considerations2020-11-16 - Soares, Joana; Venâncio, Cátia; Lopes, Isabel; Oliveira, Miguel; Miguel, IsabelMarine litter is a global problem which has been negatively affecting the environment. Plastic materials are the most commonly found marine debris, with potential biological (not only for aquatic organisms but also for humans) as well as socio‐economic impacts. Considering that it is an anthropogenic problem, society could play an important role to minimize it. Although a considerable amount of research has addressed the biological effects of plastics (micro(nano)plastics) on biota, few studies have addressed how scientific information is being transmitted to the public and the potential role of citizen environmental education. The current paper discusses known effects, researched topics and how scientific knowledge is currently being transmitted to the public.Publication Open Access Novas tecnologias aplicadas à estimulação cognitiva em idosos com demência: Efeitos e potencialidades.2015 - Amaro da Luz, Helena; Miguel, IsabelA demência constitui, atualmente, uma das principais patologias associadas ao envelhecimento, com graves e importantes limitações em termos da funcionalidade do idoso. Dada a sua crescente incidência [1], a intervenção no domínio da demência tem sido pautada pelo desenvolvimento de estratégias e programas de estimulação cognitiva, que procuram minimizar os seus efeitos nefastos e, simultaneamente, otimizar a funcionalidade global [2] [3] [4]. Estes programas constituem novos campos de conhecimento e intervenção, em casos mais recentes apoiados pelas novas tecnologias que, devido à sua sensibilidade, eficácia e acessibilidade se revelam eficazes ao nível da intervenção na deterioração cognitiva. Com efeito, vários têm sido os programas que, recorrendo a novas tecnologias, vêm demonstrando a sua utilidade e resultados positivos para idosos com demência. O objetivo do presente trabalho é apresentar uma abordagem de revisão empírica dos efeitos da estimulação cognitiva com recurso a novas tecnologias em idosos com demência. Conclui-se que a intervenção resulta bem sucedida na estabilização e melhoria das perdas cognitivas, apresentando-se as novas tecnologias como importantes alternativas às formas mais convencionais de lidar com esta enfermidade.Publication Open Access Envelhecimento e desenvolvimento psicológico: Entre mitos e factos.2014 - Miguel, IsabelO processo de envelhecimento caracteriza-se por ser contínuo, irreversível e universal, implicando a ocorrência de várias alterações no organismo que se repercutem em dimensões diversas do desenvolvimento humano. Não obstante a sua universalidade, existem todavia várias formas de envelhecer, associadas tanto à variabilidade das características dos indivíduos, como ao contexto sociocultural. Neste sentido, envelhecer relaciona-se não só com as alterações biológicas e psicológicas, mas também com os padrões sociais dominantes e a forma como as sociedades perspetivam o envelhecimento. O objetivo deste texto é apresentar um corpo empírico que evidencia uma noção essencialmente negativa da velhice traçada em termos sociais e culturais, contrapondo a esta visão as principais bases teóricas e empíricas no âmbito da promoção do desenvolvimento e envelhecimento bem-sucedido em pessoas idosas. A emergência desta perspetiva positiva e desenvolvimental permite reforçar o princípio da plasticidade dos processos de envelhecimento e desmistificar muitos dos mitos que associam a velhice a um processo patológico. As bases conceptuais e empíricas subjacentes ao desenvolvimento no envelhecimento são apresentadas neste artigo, discutindo-se igualmente as implicações desta perspetiva para o desenho de intervenções em diversos níveis, dirigidas quer aos indivíduos, quer aos contextos a que estes pertencem.Publication Restricted Access Cidadania ativa numa sociedade envelhecida: O voluntariado sénior2021 - Luz, Helena Reis; Miguel, IsabelO envelhecimento demográfico constitui uma realidade incontornável das sociedades atuais, colocando às sociedades envelhecidas desafios acrescidos que interessa observar. Considerando a cidadania, as concepções capitalistas enfatizam o papel central do trabalho na definição do estatuto de cidadão, destacando a estreita relação entre participação no mercado de trabalho e inclusão social. No entanto, essa abordagem deve ser reequacionada no contexto específico da população idosa, uma vez que na reforma estes encontram vários domínios significativos de participação social para além do trabalho remunerado. Neste âmbito, o voluntariado sénior afigura-se como um meio proeminente de ativar a participação social dos idosos. O presente capítulo tem como objetivo discutir as fragilidades de uma cidadania baseada no trabalho, enfatizando o voluntariado sénior como uma abordagem de ativação e promoção da participação social dos idosos.Publication Open Access Does time matter? The role of time perspective and ageism in mental health along the lifespan2025-03-14 - Miguel, Isabel; Humboldt , Sofia von; Leal , IsabelTime perspective is a consistent personal viewpoint which evolves with age and may influence mental health across the lifespan. This study aims to: (1) compare time perspective, perceived ageism and mental health indicators, in three age cohorts across the lifespan; (2) examine the influence of time perspective on mental health indicators (depression, anxiety, and stress); and (3) assess whether ageism serves as a moderating factor between time perspective and mental health indicators. 1311 participants from three distinct age groups (18–39, 40–59, and 60+) participated in this cross-sectional study. The following instruments were used: (a) Future Time Perspective Scale (FTPS); (b) Perceived Ageism Questionnaire (PAQ); (c) Depression, Anxiety, and Stress Scales (DASS-21); and (d) a sociodemographic, health and lifestyle questionnaire. MANOVAs and moderated regression analyses were performed on the data. Results indicated the highest levels of stress, anxiety and perceived ageism among younger and older participants. A decrease in FTP-Opportunity and an increase of FTP-Limitation, and the perception of increased positive ageism were found throughout the life cycle. FTP-Opportunity was found to negatively impact stress, anxiety, and depression, whereas FTP-Limitation showed a positive effect. Positive ageism also moderated the effects of FTP-Opportunity on anxiety and depression. This study unveils the intricate relationship between time perspective, mental health, and ageism, indicating that time perspective significantly influences mental health outcomes such as depression, anxiety, and stress. Addressing ageism emerges as a crucial component in enhancing mental health in individuals of all ages.Publication Open Access Questionário de Estilos e Dimensões Parentais – Versão Reduzida: Adaptação portuguesa do Parenting Styles and Dimensions Questionnaire – Short Form.2009 - Valentim, Joaquim Pires; Carugati, Felice; Miguel, IsabelO Parenting Styles and Dimensions Questionnaire – Short Form (Robinson, Mandleco, Olsen & Hart, 2001) é um questionário utilizado para avaliar os estilos parentais de pais e mães de crianças em idade escolar, cujas qualidades psicométricas estão bem estabelecidas internacionalmente. Com o objectivo de apresentar a versão portuguesa deste instrumento, o questionário foi aplicado a uma amostra de 344 pais e mães com filhos a frequentar o 1º Ciclo do Ensino Básico. A sua estrutura, evidenciada graças ao recurso à técnica de modelação de equações estruturais (análise factorial confirmatória), revelou-se semelhante à original: multidimensional e hierárquica, formada por factores de primeira e segunda ordem, que diferenciam os estilos parentais democrático, autoritário e permissivo, bem como as respectivas dimensões. Em termos gerais, os resultados finais revelam um bom ajustamento do modelo teórico aos dados. A consistência interna apresenta, igualmente, valores próximos da versão original, podendo ser considerada satisfatória.Publication Restricted Access Perspectives on perceived workplace age discrimination and engagement: The moderating role of emotion regulation2024-04-22 - Miguel, Isabel; von Humboldt, Sofia; Silva, Sara; Tavares, Patrícia; Low, Gail; Leal, Isabel; Valentim, Joaquim PiresEngaging workers with their work is fundamental for employee wellbeing and performance. Perceived age discrimination in the workplace is a factor that may influence workers’ engagement. The present study aimed to analyze the moderating role of emotion regulation in the relationship between perceived age discrimination and work engagement. Survey data were collected from a sample of 453 Portuguese workers of various age groups, between 18 and 65 years-old. Four instruments were used in this study: (a) a sociodemographic questionnaire; (b) the Workplace Age Discrimination Scale (WADS); (c) the Emotion Regulation Scale and (d) the reduced version of the Utrecht Work Engagement Scale (UWES-9). Results show that perceived workplace age discrimination negatively impacts work engagement. Further, results suggest that emotional regulation exacerbates the negative relationship between perceived age discrimination and work engagement. The progressively aging workforce is creating challenging issues to organizations, from a human resource management perspective. Age management strategies to address perceived age discrimination and work engagement are needed.