Marinho, Filipa
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Data de nascimento
Cargo
Último Nome
Marinho
Primeiro Nome
Filipa
Nome
Filipa Marinho
Biografia
Pós-Graduação em Ciências Documentais (variante Bibliotecas); Mestrado em Ciência da Informação.
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Publicação Acesso Aberto Acesso Aberto e Repositório Institucional UPT: Boas práticas, requisitos e auto depósito2025-06-13 - UPT, Biblioteca Geral; Mota, Ana Sofia; Marinho, FilipaApresentação de apoio à formação "Acesso Aberto e Repositório Institucional UPT: boas práticas, requisitos e auto depósito", realizada em quatro sessões (6, 11, 17 e 30 de junho), promovida pelo Serviço de Gestão de Publicações Científicas e Apoio à Avaliação da Ciência da Biblioteca Geral, com a dinamização de Sofia Mota e Filipa Marinho.Publicação Acesso Aberto A Biblioteca Universitária como agente de sustentabilidade: Contributos para a Agenda 2030 [abstract]2025-05-12 - Mota, Ana Sofia; Marinho, FilipaA Biblioteca Geral da Universidade Portucalense tem vindo a procurar afirmar-se como um agente ativo na concretização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), promovidos pela Organização das Nações Unidas na Agenda 2030. [...]Publicação Acesso Aberto Científicamente Informados: Informação responsável em tempos de IA [palestra]2026-03-03 - Mota, Ana Sofia; Marinho, FilipaPalestra no âmbito do Programa Científicamente Provável.Publicação Acesso Aberto O Repositório Institucional da UPT como infraestrutura para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: dois anos de implementação [poster]2026-04-20 - Mota, Ana Sofia; Marinho, FilipaPoster apresentado na 4.ª Semana da Sustentabilidade 2026, na Universidade Portucalense.Publicação Acesso Aberto A utilização das redes sociais nas bibliotecas académicas: questões práticas [webinar]2020-10-13 - Marinho, FilipaSegunda série de webinars em português organizados pela Ebsco Brasil e Ebsco Portugal, "A Biblioteca está aberta".Publicação Acesso Aberto A utilização da rede social Facebook nas bibliotecas escolares portuguesas (2010-2011)2013 - Silva, Filipa Maria de Sousa Marinho da; Marinho, FilipaO surgimento da Internet e, mais tarde, as tecnologias da Web social, transformaram não só a forma as pessoas e instituições se relacionam entre si, como também a forma como lidam com a informação. Essas mudanças também têm interferido na forma como as bibliotecas respondem às necessidades informacionais dos seus utilizadores, pelo que a adesão às tecnologias 2.0 se tornou inevitável. Assim, a utilização das redes sociais virtuais tornou-se, nos últimos anos, uma via de difusão, armazenamento e partilha de conteúdos, através da chamada "inteligência coletiva". Uma dessas redes sociais virtuais, o Facebook, tem-se revelado um dos meios para atingir tal fim. Neste sentido, torna-se necessário averiguar de que forma as bibliotecas selecionam e estruturam a informação nestes espaços virtuais, assim como a interação que estabelecem com os seus utilizadores. Em Portugal tem-se assistido a uma crescente adesão das Bibliotecas Escolares a esta rede social, razão de ser deste estudo, no qual procuramos perceber, não só a forma com as bibliotecas escolares utilizam a ferramenta Facebook, como também os objetivos que pretendem alcançar e se esses objetivos são ou não atingidos, assim como apurar ameaças e oportunidades advindas da sua utilização. Para elaboração da presente dissertação, recorremos a uma metodologia qualitativa, com observação direta dos perfis/páginas das bibliotecas escolares, durante um ano letivo (2010-2011); utilizamos uma fórmula para medir a interação entre os utilizadores e as publicações das bibliotecas em análise; aplicamos um inquérito por questionário, com três perguntas abertas, a fim de termos acesso a informação que não conseguimos obter através da observação direta; e, por último, criamos dez recomendações de utlização do Facebook nas bibliotecas escolares, às quais demos o nome de FABE (Facebook Aplicado às Bibliotecas Escolares). Do estudo realizado, concluímos que a adesão das bibliotecas escolares ao Facebook prendeu-se com o facto de se terem apercebido das suas potencialidades enquanto ferramenta, tendo como principais objetivos a divulgação das atividades da biblioteca, o estreitar laços com a comunidade educativa, a promoção do livro e da leitura e a questão do marketing dos serviços e da equipa da própria biblioteca. A maior parte das bibliotecas considerou cumpridos os objetivos estabelecidos e percecionaram no Facebook uma mais valia para as suas unidades de informação. Relativamente à utilização da ferramenta em si, as bibliotecas escolares não tiram partido das suas potencialidades e utilizam-na, regra geral, com as configurações que estão estabelecidas por defeito pela própria plataforma. No que diz respeito à interação entre os utilizadores e as publicações das bibliotecas escolares, concluímos que não foi possível obter resultados satisfatórios, na medida em que desconhecemos uma ferramenta capaz de medir todas as formas de interação que podem ocorrer no Facebook. Pudemos apurar os prós e os contras da utilização do Facebook nas bibliotecas escolares e algumas delas não reconheceram nenhuma desvantagem na sua utilização. Como vantagens, as bibliotecas mencionaram o maior alcance das publicações, o contacto com outras experiências e instituições, a maior interação com a comunidade educativa, o marketing dos serviços e recursos, a partilha de informação, a abertura às novas tendências (estar onde estão os alunos), a rapidez na divulgação da informação, a acessibilidade 24h por dia, a maior rentabilização dos recursos da biblioteca e o facto dos alunos se identificarem com ela através do Facebook; como desvantagens apontaram a dificuldade em manter a página atualizada (falta de tempo), a necessidade de ter alguns cuidados com a informação disponibilizada, os "amigos" com móbil comercial, questões relacionadas com a privacidade, condicionantes técnicas no acesso à plataforma e a falta de formação ma área.