#GoEqual: Bola igual, regras iguais, rendimentos distintos

dc.contributor.authorSobral, Sónia Rolland
dc.date.accessioned2019-10-01T10:31:00Z
dc.date.available2019-10-01T10:31:00Z
dc.date.issued2019-07-27
dc.descriptionO futebol é um negócio e todas as decisões têm por base o dinheiro que é gerado pelo espetáculo. Vamos pois dar tempo para que o futebol feminino atinja (todos) os níveis do masculino.No rescaldo do campeonato do mundo de futebol feminino não se analisou o golo mal anulado, as opções técnicas de um treinador ou a espetacularidade de uma jogada: todas as discussões estão viradas para a desigualdade de prémios e de oportunidades das mulheres futebolistas face aos homens. A chamada de atenção do movimento #GoEqual pode ajudar a esbater as distâncias existentes, mas dificilmente se conseguirá que nos próximos anos o patamar financeiro seja o mesmo para ambos os sexos no desporto rei
dc.identifier.citationSobral, S. R. (2019, julho 27). #GoEqual: Bola igual, regras iguais, rendimentos distintos. Observador. Recuperado em https://observador.pt/opiniao/goequal-bola-igual-regras-iguais-rendimentos-distintos/. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2914pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11328/2914
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewednopt_PT
dc.rightsopen accesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.title#GoEqual: Bola igual, regras iguais, rendimentos distintospt_PT
dc.typenewspaper articlept_PT
degois.publication.titleObservadorpt_PT
dspace.entity.typePublicationen
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