Que “diferença faz a diferença” na recuperação da anorexia nervosa?
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Data
2011
Embargo
Autores
Orientador
Coorientador
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Editora
Scielo
Idioma
Português
Título Alternativo
Which “difference does make a difference” in recovery of anorexia nervosa?
Resumo
Contexto: As dificuldades inerentes ao tratamento da anorexia nervosa são bem conhecidas e é, ainda hoje, predominante a concepção da anorexia nervosa
enquanto doença crônica. Contudo, diversos estudos mostram não só que a recuperação é possível como também que há inclusivamente mulheres que se recuperam
espontaneamente, sem terem sido sujeitas a tratamento. Objetivo: Este estudo pretende, assim, rever a literatura existente relativamente a fatores que
contribuíram para a recuperação na anorexia nervosa, quer relacionados com o tratamento quer com extratramento. Método e resultados: Para tal, a partir da
revisão de 13 estudos existentes sobre a perspectiva de ex-pacientes acerca do que contribuiu para a recuperação, este artigo irá pôr em destaque que “diferenças
fizeram a diferença”, bem como em que medida os estudos existentes permitem uma compreensão de como essas diferenças podem fazer a diferença. Conclusão:
Conclui-se que, apesar de a investigação estar, sobretudo, centrada na compreensão dos fatores de tratamento mais úteis, muitas ex-pacientes parecem destacar
mais a utilidade dos fatores extratratamento, nomeadamente a importância das relações na manutenção e resolução do problema. Os mesmos fatores são considerados
prejudiciais e/ou úteis para diferentes entrevistadas, o que remete para a complexidade do fenômeno da recuperação que ainda carece de mais investigação.
Palavras-chave
Anorexia nervosa, Recuperação, Fatores de mudança
Tipo de Documento
Artigo
Versão da Editora
Dataset
Citação
Araújo, M.X., & Henriques, M.R. (2011). Que “diferença faz a diferença” na recuperação da anorexia nervosa? Revista de Psiquiatria Clínica, 38(2), 71-76.
Identificadores
TID
Designação
Tipo de Acesso
Acesso Aberto
Apoio
Este trabalho faz parte de um projeto de investigação financiado
pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (Ref. Bolsa SFRH/
BD/27921/2006/J040276SBN7).