Turismo de 2ª residência em áreas de risco costeiro: O caso do Furadouro
Data
2007
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Idioma
Português
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Resumo
As áreas costeiras são áreas preferenciais para a prática do turismo, sendo de salientar o aumento exponencial que o turismo de 2.ª residência sofreu nos últimos anos. A procura desmedida pela ocupação das áreas costeiras, associada aos interesses económicos privados, trouxe consequências desastrosas ao nível do ordenamento do território, com a construção maciça, descaracterizadora e incorrectamente localizada do edificado, surgindo mesmo inúmeras situações de residências secundárias em áreas de risco costeiro.
Apresenta-se o caso do Furadouro, ilustrativo desta problemática, onde se verifica por um lado um acentuado recuo da linha de costa, e por outro uma excessiva urbanização, sendo que 2/3 das habitações ocupadas são do tipo residência secundária, dependendo a protecção do aglomerado de estruturas de defesa costeira. Será que a esta população tem consciência das alterações da linha de costa e dos riscos costeiros a que está sujeita?
Torna-se urgente a implementação de estratégias de ordenamento e turismo sustentáveis, fomentando uma gestão correcta do território, de acordo com os limites aceitáveis de mudança dos ecossistemas e de forma a que as actividades turísticas contribuam para a conservação da biodiversidade.
Palavras-chave
Áreas costeiras, Gestão integrada costeira, Participação pública, Risco costeiro, Residência secundária, Turismo sustentável
Tipo de Documento
conferenceObject
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Citação
Pinho, L., & Albuquerque, H. (2007). Turismo de 2ª residência em áreas de risco costeiro: O caso do Furadouro. In 13º National Meeting of APDR: 1º Congress of Nature Management Conservation, Angra do Heroismo, 5-7 Jul.2007. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/2771
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Tipo de Acesso
Acesso Aberto