Vozes do mar não chegam a terra: Segunda residência em áreas de risco costeiro

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2008

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Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Regional
Idioma
Português

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Resumo

A procura excessiva pelas áreas costeiras trouxe consequências desastrosas ao nível do ordenamento do território, com a construção desregrada do edificado, surgindo mesmo inúmeras situações de residências secundárias em áreas de risco costeiro. Apresenta-se o caso do Furadouro, onde se verifica um acentuado recuo da linha de costa e uma excessiva urbanização, sendo 2/3 das habitações ocupadas do tipo residência secundária. Apesar da protecção do aglomerado depender de estruturas de defesa costeira, será que a esta população tem consciência das alterações da linha de costa e dos riscos costeiros a que está sujeita? É urgente a recuperação da sustentabilidade ambiental e urbana das áreas costeiras, a qual depende largamente da participação e do envolvimento activo da população.

Palavras-chave

Áreas costeiras, Gestão integrada costeira, Participação pública, Risco costeiro, Residência secundária, Turismo sustentável

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Citação

Pinho, L., Albuquerque, H., & Martins, F. (2008). Vozes do mar não chegam a terra: Segunda residência em áreas de risco costeiro. Revista Portuguesa de Estudos Regionais, 17, 77-95. Disponível no Repositório UPT, http://hdl.handle.net/11328/1828

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