Conservação preventiva em Museus Regionais e Municipais – a importância da formação
Data
2014
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Editora
Canto Redondo
Idioma
Português
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Resumo
A conservação preventiva reduz os riscos e diminui a deterioração de coleções, por esta razão é a pedra basilar de qualquer estratégia de preservação, um meio económico e eficaz para preservar a integridade dos diversos tipos de património, minimizando a necessidade de intervenções adicionais, normalmente com custos económicos acrescidos.
Contudo, o acervo museológico é, muitas vezes, composto por objetos únicos (muitos deles relativos ao património etnográfico) e frágeis, dada a matéria-prima que lhes deu origem, maioritariamente matéria orgânica, o que aumenta consideravelmente as dificuldades de aplicabilidade dos planos de conservação preventiva.
Estes fatores são substancialmente agravados quando estamos em presença de Museus que, diga-se, no caso português são uma constante, ocupam espaços reabilitados, normalmente anteriores espaços de vida que mudam de função para espaços museológicos de fruição pública, cujo desgaste provocado é substancialmente mais elevado. Mais ainda quando a formação dos colaboradores desses equipamentos culturais é débil ou praticamente nula no que diz respeito à preservação e conservação das coleções.
Assim, e tendo como base o projeto de inventário e formação em conservação preventiva do Museu Regional de Paredes de Coura pretendeu-se fazer uma reflexão crítica, procurando critérios de qualidade e soluções de preservação e conservação das coleções, que tivessem reflexo no plano de conservação preventiva e de segurança desenvolvidos ao mesmo tempo.
Palavras-chave
Formação, conservação preventiva, consolidação e desinfestação, Museus Regionais e Municipais
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