Arte urbana, consumo e marcas
Data
2022-12
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Editora
Reus Editorial
Idioma
Português
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Resumo
Nas últimas décadas, a arte urbana tem assumido uma relação ambivalente com o consumo e as marcas. Se algumas obras revelam uma crítica à sociedade de consumo e às próprias marcas, outras resultam da celebração de contratos de prestação de serviços publicitários ou de patrocínio com os agentes económicos, que asseguram o financiamento da atividade artística e cultural. Esta relação ambivalente é o nosso ponto de partida para caracterizar juridicamente a arte urbana.
Numa primeira parte, importa tratar a arte urbana como movimento espontâneo, suscetível de afetar a reputação das marcas, no contexto da crítica veiculada à sociedade de consumo. Procura-se abordar os eventuais instrumentos de proteção dos agentes económicos face às intervenções dos artistas, nomeadamente, no quadro do direito da propriedade industrial, concorrência desleal, regime jurídico da publicidade e das práticas comerciais desleais e em sede de responsabilidade civil.
A segunda parte centra-se na arte urbana como veículo da promoção de produtos e serviços, onde é manifesta a existência de relações contratuais entre os artistas e os agentes económicos. Estas relações contratuais enquadram-se no conceito de atividade publicitária e, na perspetiva da proteção dos destinatários, devem acautelar especialmente o princípio da identificabilidade da comunicação comercial.
Palavras-chave
Publicidade, Marcas, Arte urbana, Consumidores
Tipo de Documento
Capítulo de livro
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Citação
Amorim, A. (2022). Arte urbana, consumo e marcas. In L. A. Anguita Villanueva, & M. R. Guimarães (Coords.), Arte urbano, propiedad intelectual y propiedad industrial, (pp. 117-132). Reus Editorial. Repositório Institucional UPT. http://hdl.handle.net/11328/5023
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Tipo de Acesso
Acesso Restrito